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Caderno de uma Psiciana

Hello, Pessoas!

Abril já está chegando e com isso mais uma Leitura Coletiva irá se iniciar e hoje vim contar a vocês qual o livro escolhido.

Esse mês vamos ler o livro A Última Festa da Lucy Foley. A #LCBaianas dura 3 semanas, com metas semanais e dias específicos para os debates. Se liga na sinopse.

Todo ano, nove amigos comemoram o réveillon juntos. Desta vez, apenas oito vão voltar para a casa depois da festa.

Programado para acontecer em um cenário idílico, o réveillon que Miranda, Katie e os outros amigos que conheceram na faculdade passarão juntos este ano promete refeições deliciosas regadas a champanhe, música, jogos e conversas descontraídas.

No entanto, as tensões começam já na viagem de trem — o grupo não tem mais nada em comum além de um passado de convivência, feridas jamais cicatrizadas e segredos potencialmente destrutivos.

E então, em meio à grande festa da última noite do ano, o fio que os mantém unidos enfim arrebenta. No dia seguinte, alguém está morto e uma forte nevasca impede a vinda do resgate. Ninguém pode entrar. Ninguém pode sair. Nem o assassino.

Contada em flashbacks a partir das perspectivas dos vários personagens, a história deste malfadado encontro é um daqueles mistérios de assassinato cheio de tensão e de ritmo perfeito. Com uma trama assustadora e brilhantemente construída, A Última Festa planta no leitor a semente da dúvida: será que velhos amigos são sempre os melhores amigos?

Quer participar conosco? Preenche o formulário abaixo e em breve você receberá um e-mail com o link do grupo do WhatsApp. 


Se for participar e não tiver o livro, aproveita para adquirir pelo link do blog e ajudar!


Hello, Pesssoas!

A Troca foi a escolha da Leitura Coletiva das Baianas e se já tinha gostado muito da autora quando li Teto para dois, agora ela terminou de me conquistar.


Em A Troca, a história gira em torno de avó e neta que decidem fazer uma troca. Elas estão enfrentando um luto. Carla era irmã de Leena e neta de Eileen, a perda dela mexeu muito com elas e a meu ver nenhuma delas abriu a sua dor, por proteção delas e das outras.

- Talvez consertar uma à outra seja a linguagem do amor da família Cotton.

Leena após a morte de Carla se focou muito no trabalho e tem tidos alguns episódios de crise e depois de ter acontecido em uma reunião com um cliente, a empresa decidiu dar dois meses de férias para ela se cuidar, descansar, se desligar.

Eileen passou todo esse tempo cuidando de sua filha Marian e tentando fazer com que ela e Leena se conectassem de novo. Então quando Leena vai visitá-la e conversa sobre os dois meses de férias forçadas e Eilleen desabafa sobre a sua vontade de adolescente de viver em Londres, elas decidem mudar de casa por dois meses.

E uma troca inocente, muda completamente a vida delas e nos deixa grandes lições. Com Eileen aprendi que nunca é tarde para se viver o amor, fazer novos amigos e fazer a diferença no mundo. Com Leena aprendi que não podemos esquecer dos nossos sonhos, que não devo estar com ninguém por gratidão e que a sororidade deve ser exercida, pois ela pode mesmo mudar a vida de alguém.

A escrita da Beth é maravilhosa e a sua coragem em fazer uma protagonista idosa, vivendo livremente e sendo fiel a si mesma me conquistou de uma forma sem igual. A Eileen virou uma das personagens preferidas da minha vida!

Lido em: Fevereiro de 2021
Título: A Troca
Autora: Beth O'Leary
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Chick-lit
Ano: 2020
Páginas: 352
Adicione no Skoob



Sinopse: Leena Cotton tem 29 anos e sente que já não é mais a mesma. Eileen Cotton tem 79 e está em busca de um novo amor. Tudo de que neta e avó precisam no momento é pôr em prática uma mudança radical. Então, para colocar suas respectivas vidas de volta nos trilhos, as duas têm uma ideia inusitada: trocar de lugar uma com a outra.
Leena sabe que precisa descansar, mas imagina que a parte mais difícil será se adaptar à calmaria da cidadezinha onde a avó mora. Cadastrada em um site de relacionamentos, Eileen por sua vez embarca na aventura com a qual sonha desde a juventude. Dividindo o apartamento com dois amigos da neta, ela logo percebe que na cidade grande suas ideias mirabolantes não são tão complicadas assim.
Ao trocar não só de casas, mas de celulares e computadores, de amigos e rotinas, Leena e Eileen vão descobrir muito mais sobre si mesmas do que imaginam. E se tudo der certo, talvez destrocar não seja a melhor solução.

Hello, Pessoas!

Em janeiro, escolhemos Teto para dois para a Leitura Coletiva das Baianas e foi muito divertida dividir as opiniões e sensações de leituras com as meninas! :)

Tiffy terminou com seu namorado e precisa de um novo lugar para morar, Leon precisa de mais grana e decide dividir o apartamento. Tiffy encontra a oportunidade perfeita e decide ser a colega de casa do Leon, porém é um arranjo bem inusitado e aqui a gente já percebe no que consiste o humor da história.

Leon é enfermeiro e seus plantões são sempre a noite, então ele decide não só dividir o apartamento, mas também a própria cama, ele ficaria no apartamento durante o dia e o colega de quarto fica com a noite e os finais de semana.

O outro ponto engraçado da história é que eles acertam os detalhes, mas não se conhecem, pois a namorado do Leon é que faz todo o intermédio para o aluguel.

O livro é narrado por Leon e Tiffy e assim a gente vai conhecer um pouco da história deles. E eu vou tentar dar um breve cenário para vocês.

Tiffy namorava com Justin, a relação deles foi de muitas idas e vindas e aos poucos vamos percebendo que ela vivia um relacionamento mega abusivo. Ela tem dois grandes amigos e trabalha como editora dos livros mais inusitados que você pode ver na vida.

Leon é enfermeiro, super reservado e só tem um grande propósito na vida, tirar seu irmão da cadeia, ele foi preso injustamente e é difícil para ele ver seu irmão passar por tudo isso. Apesar de reservado, ele é um querido com os pacientes, ao ponto de ir atrás do grande amor da vida do Sr. Prior. Além disso, seu namoro entrou naquele lance de comodismo e é difícil não ter o apoio dela com relação ao seu irmão.

A dinâmica entre Leon e Tiffy funciona super bem e eles encontram uma forma de comunicação sobre as coisas do dia a dia, os bons e belos post its, mas o que começou com coisas básicas do dia a dia, começou a troca de informações sobre suas vidas e uma conexão muito legal surge entre eles.

A partir desta conexão, muitas coisas vão acontecer, eles se conhecem pessoalmente e ambos farão diferença na vida do outro. Sim, é um romance, sim, eles se envolvem, mas ao meu ver essa história vai além.

Com toda a leveza e humor, a autora nos mostra como funciona um relacionamento abusivo, como julgamos as pessoas sem dar uma oportunidade de ouvi-las, como nunca é tarde para amar!

Esse é o tipo de leitura única, já vi muitas pessoas que amaram esse livro, como eu. E tantas outras que detestaram. Então o que recomendo é, leia e tire as suas próprias conclusões.

Lido em: Janeiro de 2021
Título: Teto para dois
Autora: Beth O'Leary
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Chick-lit
Ano: 2019
Páginas: 400
Adicione no Skoob

Sinopse: Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela.

Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado.

Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama.

Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

Hello, Pessoas!

Depois que li Jackpot cheguei à conclusão de que vou ler TUDO que Nic Stone publicar, então escolher esse livro para o projeto Representatividade Aqui e Acolá foi muito fácil e começamos com o pé direito.

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que você, branco, DEVE ler esse livro! É um livro real, necessário e educativo sobre a realidade da nossa sociedade.

Justyce está terminando a escola, sonha em fazer faculdade em Yale, mas muita coisa começou a mudar em sua vida no dia que ele foi abordado por um policial sem direito de dizer nada. A abordagem do policial aconteceu quando ele estava tentando impedir a sua ex-namorada a dirigir o carro bêbada, mas por ele ser negro e estar com um moletom de capuz, o policial o viu como um bandido.

Essa foi a primeira vez que ele sentiu o racismo e tal situação o levou a muitas reflexões e assim ele iniciou um projeto pessoal, ser como Martin Luther King. Com isso, ele também começa a escrever cartas para Martin, como uma forma de desabafo e reflexões.

Agora, eu só consigo pensar o seguinte: "O que teria sido diferente se eu não fosse negro?"

Depois desse fato, parece que Jus está mais atento ao que acontece ao seu redor, muitas reflexões sobre o seu papel no mundo, quem ele quer ser e o que ele deve fazer se algo como aquilo acontecer novamente.

Pode até não haver mais bebedouros separados para as pessoas "de cor", e racismo hoje em dia é crime, mas, se eu ainda posso ser forçado a sentar no chão de concreto com algemas apertando meus pulsos mesmo sem ter feito nada errado, é bem óbvio que temos um problema. Que a sociedade não é tão igualitária quanto as pessoas gostam de dizer.

Em paralelo a isso, nós somos apresentados a todos os tipos de pessoas e isso faz com que em algum momento a gente se veja nesses personagens, seja o seu eu do passado, o seu eu do presente ou quem você quer ser no futuro.

Esse livro traz de forma real e crua a realidade que pessoas negras vivem, se alguém neste mundo ainda acredita que o racismo não existe, deveria ler esse livro, se não mudar de ideia, é porque não quer mesmo ver a realidade.

A escrita da autora é muito fluida e envolvente, quando você menos espera está chegando ao final do livro.  Foi uma leitura difícil, carregada de emoção e muitas reflexões. Terminei a leitura com apenas uma pergunta em minha cabeça “como as pessoas negras se sentem ao ler esse livro?”

Não podemos controlar como as outras pessoas pensam e agem, mas temos o controle total sobre nós mesmos. No fim das contas, a única questão que importa é: se nada no mundo mudar, que tipo de pessoa prefere ser?

Lido em: Janeiro de 2021
Título: Cartas para Martin
Autora: Nic Stone
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Ficção/Jovem Adulto
Ano: 2020
Páginas: 256
Adicione no Skoob


Sinopse: Justyce McAllister é um garoto de dezessete anos com um futuro brilhante pela frente. É um dos melhores alunos de uma prestigiada escola de Atlanta, tem uma mãe amorosa e um melhor amigo incrível. No entanto, um episódio de violência policial traz à tona que a distância entre ele e seu futuro é quase um abismo. Porque Justyce McAllister é negro, e isso significa que, muitas vezes, é julgado pela cor de sua pele.

Ao ser agredido e detido injustamente, o olhar de Justyce desperta para um novo mundo, um lugar solitário em uma sociedade que insiste em vê-lo como ameaça ou como promessa de fracasso. Ele se dá conta, então, de que não pode mais fingir que não tem nada errado e decide iniciar um projeto: escrever cartas para Martin Luther King Jr., um dos mais importantes ativistas políticos pelos direitos dos negros, símbolo da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos, morto em 1968.

Ao tentar aplicar os ensinamentos de Luther King em sua vida, Justyce começa a trilhar um caminho para entender não só como deve reagir diante das injustiças, mas que tipo de pessoa ele quer ser. Em meio a questões familiares, desentendimentos com os amigos e complicações da vida amorosa, nas cartas ele expõe suas dúvidas, sua angústia, sua revolta e a percepção clara de que a sociedade não é tão igualitária quanto deveria.

No livro de estreia de Nic Stone, vemos Justyce passar pelos desafios da adolescência, amadurecer e encarar o racismo que tanto afeta sua existência. Comovente e extremamente necessário, Cartas para Martin é um relato sobre ser um jovem negro e sobre o direito inalienável de existir. Um livro impossível de ignorar.

​Hello, Pessoas!

Já havia contado a vocês sobre o projeto Representatividade Aqui e Acolá. 

Hoje estou passando para fazer um convite a vocês.


Em janeiro, vamos ler Cartas para Martin da Nic Stone publicado pela Editora Intrínseca e você pode fazer essa leitura com a gente.

Sinopse: Justyce McAllister é um garoto de dezessete anos com um futuro brilhante pela frente. É um dos melhores alunos de uma prestigiada escola de Atlanta, tem uma mãe amorosa e um melhor amigo incrível. No entanto, um episódio de violência policial traz à tona que a distância entre ele e seu futuro é quase um abismo. Porque Justyce McAllister é negro, e isso significa que, muitas vezes, é julgado pela cor de sua pele.
Ao ser agredido e detido injustamente, o olhar de Justyce desperta para um novo mundo, um lugar solitário em uma sociedade que insiste em vê-lo como ameaça ou como promessa de fracasso. Ele se dá conta, então, de que não pode mais fingir que não tem nada errado e decide iniciar um projeto: escrever cartas para Martin Luther King Jr., um dos mais importantes ativistas políticos pelos direitos dos negros, símbolo da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos, morto em 1968.

Ao tentar aplicar os ensinamentos de Luther King em sua vida, Justyce começa a trilhar um caminho para entender não só como deve reagir diante das injustiças, mas que tipo de pessoa ele quer ser. Em meio a questões familiares, desentendimentos com os amigos e complicações da vida amorosa, nas cartas ele expõe suas dúvidas, sua angústia, sua revolta e a percepção clara de que a sociedade não é tão igualitária quanto deveria.

No livro de estreia de Nic Stone, vemos Justyce passar pelos desafios da adolescência, amadurecer e encarar o racismo que tanto afeta sua existência. Comovente e extremamente necessário, Cartas para Martin é um relato sobre ser um jovem negro e sobre o direito inalienável de existir. Um livro impossível de ignorar.

Dia 11/01 iniciaremos a leitura e no dia 27/01 faremos um bate-papo exclusivo com quem estiver participando da leitura conosco.

E no dia 28/01 às 20h, eu e Mila faremos uma live no Instagram para contarmos as nossas impressões sobre a história e o que ela significou para nós.

Quer ler com a gente, acesse o link e faça parte do nosso grupo do Whatsapp.


Oi, Leitores!!

Eu sou completamente apaixonada pela história da Lou, como a grande maioria, sofri com a morte do Will, mas desde Como eu era antes de você já havia entendido que tudo se trata da Lou e por isso amei saber o que aconteceu com ela depois do falecimento dele.

Então li Depois de você e hoje estou aqui para falar de Ainda sou eu com vocês.
Esse é o tipo de livro que fala muito sobre escolhas... Sobre quem você é, quer ser e o que quer conquistar! Todas as escolhas permeiam essa tríade e é interessante ver a trajetória de Lou em um país completamente diferente.

Ela foi para Nova York para recomeçar a sua vida, principalmente a profissional. Lou deseja viver novas experiências e aventuras e mudar de país já proporciona isso de forma automática, ela sabia que sentiria saudades da família e está decidida a manter o seu relacionamento, mesmo que a distância, com Sam.

Lou trabalhará como assistente da esposa de um ricaço e, mesmo como empregada, viverá em um ambiente bem diferente do que está acostumada, ela se joga no trabalho e se insere na alta sociedade. Ela vivencia muitas coisas, vê o lado bom e ruim de estar inserido naquele meio e conhece algumas pessoas, entre elas Josh, um cara que era o lembrete físico do seu passado.

Durante esse período, Lou aprenderá muitas coisas: a importância da família, do amor próprio, da lealdade, da esperança, como manter um relacionamento a distância e a importância da assertividade. Lou irá aprender como manter em equilíbrio ou não seus dois mundos, vai guardar segredos que não são seus e experienciar as consequências disso.

A vida dela dará alguns giros, decepções e frustrações serão presentes, ela se verá dividida em tantos momentos, mas a parte mais difícil e ao final mais gratificantes de toda essa leitura é perceber a forma como o reencontro "Lou com Lou" acontece.

Jojo Moyes nos traz uma história tão real, tão cheia de lições e alguns belos socos no estômago. A forma como ela percebe a importância do amor próprio, de ser verdadeiro consigo mesmo e de viver uma vida autêntica e quase sempre feliz é fundamental para todos nós me deixou super reflexiva e muito feliz.

Sou uma fã incondicional desta série e sou muito feliz por tê-la conhecido.


Sequência dos romances Como Eu Era Antes de Você e Depois de Você, que arrebataram o coração de milhares de fãs, Ainda Sou Eu conta, pela perspectiva delicada e bem-humorada de Lou Clark, uma história comovente sobre escolhas, lealdade e esperança.
Lou Clark chega em Nova York pronta para recomeçar a vida, confiante de que pode abraçar novas aventuras e manter seu relacionamento a distância. Ela é jogada no mundo dos super-ricos Gopnik - Leonard e a esposa bem mais nova, e um sem-fim de empregados e puxa-sacos. Lou está determinada a extrair o máximo dessa experiência, por isso se lança no trabalho e, antes que perceba, está inserida na alta sociedade nova-iorquina, onde conhece Joshua Ryan, um homem que traz consigo um sopro do passado de Lou.
Enquanto tenta manter os dois lados de seu mundo unidos, ela tem que guardar segredos que não são seus e que podem mudar totalmente sua vida. E, quando a situação atinge um ponto crítico, ela precisa se perguntar: Quem é Louisa Clark? E como é possível reconciliar um coração dividido?

Lido em: Março de 2020
Título: Ainda sou seu #3
Autora: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Gênero: Drama/Ficção/Romance
Ano: 2018
Páginas: 400
Adicione no Skoob | Compre: Amazon
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