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Caderno de uma Psiciana

Hello, Pessoas!

Abril já está chegando e com isso mais uma Leitura Coletiva irá se iniciar e hoje vim contar a vocês qual o livro escolhido.

Esse mês vamos ler o livro A Última Festa da Lucy Foley. A #LCBaianas dura 3 semanas, com metas semanais e dias específicos para os debates. Se liga na sinopse.

Todo ano, nove amigos comemoram o réveillon juntos. Desta vez, apenas oito vão voltar para a casa depois da festa.

Programado para acontecer em um cenário idílico, o réveillon que Miranda, Katie e os outros amigos que conheceram na faculdade passarão juntos este ano promete refeições deliciosas regadas a champanhe, música, jogos e conversas descontraídas.

No entanto, as tensões começam já na viagem de trem — o grupo não tem mais nada em comum além de um passado de convivência, feridas jamais cicatrizadas e segredos potencialmente destrutivos.

E então, em meio à grande festa da última noite do ano, o fio que os mantém unidos enfim arrebenta. No dia seguinte, alguém está morto e uma forte nevasca impede a vinda do resgate. Ninguém pode entrar. Ninguém pode sair. Nem o assassino.

Contada em flashbacks a partir das perspectivas dos vários personagens, a história deste malfadado encontro é um daqueles mistérios de assassinato cheio de tensão e de ritmo perfeito. Com uma trama assustadora e brilhantemente construída, A Última Festa planta no leitor a semente da dúvida: será que velhos amigos são sempre os melhores amigos?

Quer participar conosco? Preenche o formulário abaixo e em breve você receberá um e-mail com o link do grupo do WhatsApp. 


Se for participar e não tiver o livro, aproveita para adquirir pelo link do blog e ajudar!


Hello, Pesssoas!

A Troca foi a escolha da Leitura Coletiva das Baianas e se já tinha gostado muito da autora quando li Teto para dois, agora ela terminou de me conquistar.


Em A Troca, a história gira em torno de avó e neta que decidem fazer uma troca. Elas estão enfrentando um luto. Carla era irmã de Leena e neta de Eileen, a perda dela mexeu muito com elas e a meu ver nenhuma delas abriu a sua dor, por proteção delas e das outras.

- Talvez consertar uma à outra seja a linguagem do amor da família Cotton.

Leena após a morte de Carla se focou muito no trabalho e tem tidos alguns episódios de crise e depois de ter acontecido em uma reunião com um cliente, a empresa decidiu dar dois meses de férias para ela se cuidar, descansar, se desligar.

Eileen passou todo esse tempo cuidando de sua filha Marian e tentando fazer com que ela e Leena se conectassem de novo. Então quando Leena vai visitá-la e conversa sobre os dois meses de férias forçadas e Eilleen desabafa sobre a sua vontade de adolescente de viver em Londres, elas decidem mudar de casa por dois meses.

E uma troca inocente, muda completamente a vida delas e nos deixa grandes lições. Com Eileen aprendi que nunca é tarde para se viver o amor, fazer novos amigos e fazer a diferença no mundo. Com Leena aprendi que não podemos esquecer dos nossos sonhos, que não devo estar com ninguém por gratidão e que a sororidade deve ser exercida, pois ela pode mesmo mudar a vida de alguém.

A escrita da Beth é maravilhosa e a sua coragem em fazer uma protagonista idosa, vivendo livremente e sendo fiel a si mesma me conquistou de uma forma sem igual. A Eileen virou uma das personagens preferidas da minha vida!

Lido em: Fevereiro de 2021
Título: A Troca
Autora: Beth O'Leary
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Chick-lit
Ano: 2020
Páginas: 352
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Sinopse: Leena Cotton tem 29 anos e sente que já não é mais a mesma. Eileen Cotton tem 79 e está em busca de um novo amor. Tudo de que neta e avó precisam no momento é pôr em prática uma mudança radical. Então, para colocar suas respectivas vidas de volta nos trilhos, as duas têm uma ideia inusitada: trocar de lugar uma com a outra.
Leena sabe que precisa descansar, mas imagina que a parte mais difícil será se adaptar à calmaria da cidadezinha onde a avó mora. Cadastrada em um site de relacionamentos, Eileen por sua vez embarca na aventura com a qual sonha desde a juventude. Dividindo o apartamento com dois amigos da neta, ela logo percebe que na cidade grande suas ideias mirabolantes não são tão complicadas assim.
Ao trocar não só de casas, mas de celulares e computadores, de amigos e rotinas, Leena e Eileen vão descobrir muito mais sobre si mesmas do que imaginam. E se tudo der certo, talvez destrocar não seja a melhor solução.

Hello, Pessoas!

Em janeiro, escolhemos Teto para dois para a Leitura Coletiva das Baianas e foi muito divertida dividir as opiniões e sensações de leituras com as meninas! :)

Tiffy terminou com seu namorado e precisa de um novo lugar para morar, Leon precisa de mais grana e decide dividir o apartamento. Tiffy encontra a oportunidade perfeita e decide ser a colega de casa do Leon, porém é um arranjo bem inusitado e aqui a gente já percebe no que consiste o humor da história.

Leon é enfermeiro e seus plantões são sempre a noite, então ele decide não só dividir o apartamento, mas também a própria cama, ele ficaria no apartamento durante o dia e o colega de quarto fica com a noite e os finais de semana.

O outro ponto engraçado da história é que eles acertam os detalhes, mas não se conhecem, pois a namorado do Leon é que faz todo o intermédio para o aluguel.

O livro é narrado por Leon e Tiffy e assim a gente vai conhecer um pouco da história deles. E eu vou tentar dar um breve cenário para vocês.

Tiffy namorava com Justin, a relação deles foi de muitas idas e vindas e aos poucos vamos percebendo que ela vivia um relacionamento mega abusivo. Ela tem dois grandes amigos e trabalha como editora dos livros mais inusitados que você pode ver na vida.

Leon é enfermeiro, super reservado e só tem um grande propósito na vida, tirar seu irmão da cadeia, ele foi preso injustamente e é difícil para ele ver seu irmão passar por tudo isso. Apesar de reservado, ele é um querido com os pacientes, ao ponto de ir atrás do grande amor da vida do Sr. Prior. Além disso, seu namoro entrou naquele lance de comodismo e é difícil não ter o apoio dela com relação ao seu irmão.

A dinâmica entre Leon e Tiffy funciona super bem e eles encontram uma forma de comunicação sobre as coisas do dia a dia, os bons e belos post its, mas o que começou com coisas básicas do dia a dia, começou a troca de informações sobre suas vidas e uma conexão muito legal surge entre eles.

A partir desta conexão, muitas coisas vão acontecer, eles se conhecem pessoalmente e ambos farão diferença na vida do outro. Sim, é um romance, sim, eles se envolvem, mas ao meu ver essa história vai além.

Com toda a leveza e humor, a autora nos mostra como funciona um relacionamento abusivo, como julgamos as pessoas sem dar uma oportunidade de ouvi-las, como nunca é tarde para amar!

Esse é o tipo de leitura única, já vi muitas pessoas que amaram esse livro, como eu. E tantas outras que detestaram. Então o que recomendo é, leia e tire as suas próprias conclusões.

Lido em: Janeiro de 2021
Título: Teto para dois
Autora: Beth O'Leary
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Chick-lit
Ano: 2019
Páginas: 400
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Sinopse: Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela.

Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado.

Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama.

Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

Hello, Pessoas!

Depois que li Jackpot cheguei à conclusão de que vou ler TUDO que Nic Stone publicar, então escolher esse livro para o projeto Representatividade Aqui e Acolá foi muito fácil e começamos com o pé direito.

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que você, branco, DEVE ler esse livro! É um livro real, necessário e educativo sobre a realidade da nossa sociedade.

Justyce está terminando a escola, sonha em fazer faculdade em Yale, mas muita coisa começou a mudar em sua vida no dia que ele foi abordado por um policial sem direito de dizer nada. A abordagem do policial aconteceu quando ele estava tentando impedir a sua ex-namorada a dirigir o carro bêbada, mas por ele ser negro e estar com um moletom de capuz, o policial o viu como um bandido.

Essa foi a primeira vez que ele sentiu o racismo e tal situação o levou a muitas reflexões e assim ele iniciou um projeto pessoal, ser como Martin Luther King. Com isso, ele também começa a escrever cartas para Martin, como uma forma de desabafo e reflexões.

Agora, eu só consigo pensar o seguinte: "O que teria sido diferente se eu não fosse negro?"

Depois desse fato, parece que Jus está mais atento ao que acontece ao seu redor, muitas reflexões sobre o seu papel no mundo, quem ele quer ser e o que ele deve fazer se algo como aquilo acontecer novamente.

Pode até não haver mais bebedouros separados para as pessoas "de cor", e racismo hoje em dia é crime, mas, se eu ainda posso ser forçado a sentar no chão de concreto com algemas apertando meus pulsos mesmo sem ter feito nada errado, é bem óbvio que temos um problema. Que a sociedade não é tão igualitária quanto as pessoas gostam de dizer.

Em paralelo a isso, nós somos apresentados a todos os tipos de pessoas e isso faz com que em algum momento a gente se veja nesses personagens, seja o seu eu do passado, o seu eu do presente ou quem você quer ser no futuro.

Esse livro traz de forma real e crua a realidade que pessoas negras vivem, se alguém neste mundo ainda acredita que o racismo não existe, deveria ler esse livro, se não mudar de ideia, é porque não quer mesmo ver a realidade.

A escrita da autora é muito fluida e envolvente, quando você menos espera está chegando ao final do livro.  Foi uma leitura difícil, carregada de emoção e muitas reflexões. Terminei a leitura com apenas uma pergunta em minha cabeça “como as pessoas negras se sentem ao ler esse livro?”

Não podemos controlar como as outras pessoas pensam e agem, mas temos o controle total sobre nós mesmos. No fim das contas, a única questão que importa é: se nada no mundo mudar, que tipo de pessoa prefere ser?

Lido em: Janeiro de 2021
Título: Cartas para Martin
Autora: Nic Stone
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Ficção/Jovem Adulto
Ano: 2020
Páginas: 256
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Sinopse: Justyce McAllister é um garoto de dezessete anos com um futuro brilhante pela frente. É um dos melhores alunos de uma prestigiada escola de Atlanta, tem uma mãe amorosa e um melhor amigo incrível. No entanto, um episódio de violência policial traz à tona que a distância entre ele e seu futuro é quase um abismo. Porque Justyce McAllister é negro, e isso significa que, muitas vezes, é julgado pela cor de sua pele.

Ao ser agredido e detido injustamente, o olhar de Justyce desperta para um novo mundo, um lugar solitário em uma sociedade que insiste em vê-lo como ameaça ou como promessa de fracasso. Ele se dá conta, então, de que não pode mais fingir que não tem nada errado e decide iniciar um projeto: escrever cartas para Martin Luther King Jr., um dos mais importantes ativistas políticos pelos direitos dos negros, símbolo da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos, morto em 1968.

Ao tentar aplicar os ensinamentos de Luther King em sua vida, Justyce começa a trilhar um caminho para entender não só como deve reagir diante das injustiças, mas que tipo de pessoa ele quer ser. Em meio a questões familiares, desentendimentos com os amigos e complicações da vida amorosa, nas cartas ele expõe suas dúvidas, sua angústia, sua revolta e a percepção clara de que a sociedade não é tão igualitária quanto deveria.

No livro de estreia de Nic Stone, vemos Justyce passar pelos desafios da adolescência, amadurecer e encarar o racismo que tanto afeta sua existência. Comovente e extremamente necessário, Cartas para Martin é um relato sobre ser um jovem negro e sobre o direito inalienável de existir. Um livro impossível de ignorar.

​Hello, Pessoas!

Já havia contado a vocês sobre o projeto Representatividade Aqui e Acolá. 

Hoje estou passando para fazer um convite a vocês.


Em janeiro, vamos ler Cartas para Martin da Nic Stone publicado pela Editora Intrínseca e você pode fazer essa leitura com a gente.

Sinopse: Justyce McAllister é um garoto de dezessete anos com um futuro brilhante pela frente. É um dos melhores alunos de uma prestigiada escola de Atlanta, tem uma mãe amorosa e um melhor amigo incrível. No entanto, um episódio de violência policial traz à tona que a distância entre ele e seu futuro é quase um abismo. Porque Justyce McAllister é negro, e isso significa que, muitas vezes, é julgado pela cor de sua pele.
Ao ser agredido e detido injustamente, o olhar de Justyce desperta para um novo mundo, um lugar solitário em uma sociedade que insiste em vê-lo como ameaça ou como promessa de fracasso. Ele se dá conta, então, de que não pode mais fingir que não tem nada errado e decide iniciar um projeto: escrever cartas para Martin Luther King Jr., um dos mais importantes ativistas políticos pelos direitos dos negros, símbolo da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos, morto em 1968.

Ao tentar aplicar os ensinamentos de Luther King em sua vida, Justyce começa a trilhar um caminho para entender não só como deve reagir diante das injustiças, mas que tipo de pessoa ele quer ser. Em meio a questões familiares, desentendimentos com os amigos e complicações da vida amorosa, nas cartas ele expõe suas dúvidas, sua angústia, sua revolta e a percepção clara de que a sociedade não é tão igualitária quanto deveria.

No livro de estreia de Nic Stone, vemos Justyce passar pelos desafios da adolescência, amadurecer e encarar o racismo que tanto afeta sua existência. Comovente e extremamente necessário, Cartas para Martin é um relato sobre ser um jovem negro e sobre o direito inalienável de existir. Um livro impossível de ignorar.

Dia 11/01 iniciaremos a leitura e no dia 27/01 faremos um bate-papo exclusivo com quem estiver participando da leitura conosco.

E no dia 28/01 às 20h, eu e Mila faremos uma live no Instagram para contarmos as nossas impressões sobre a história e o que ela significou para nós.

Quer ler com a gente, acesse o link e faça parte do nosso grupo do Whatsapp.


Oi, Leitores!!

Eu sou completamente apaixonada pela história da Lou, como a grande maioria, sofri com a morte do Will, mas desde Como eu era antes de você já havia entendido que tudo se trata da Lou e por isso amei saber o que aconteceu com ela depois do falecimento dele.

Então li Depois de você e hoje estou aqui para falar de Ainda sou eu com vocês.
Esse é o tipo de livro que fala muito sobre escolhas... Sobre quem você é, quer ser e o que quer conquistar! Todas as escolhas permeiam essa tríade e é interessante ver a trajetória de Lou em um país completamente diferente.

Ela foi para Nova York para recomeçar a sua vida, principalmente a profissional. Lou deseja viver novas experiências e aventuras e mudar de país já proporciona isso de forma automática, ela sabia que sentiria saudades da família e está decidida a manter o seu relacionamento, mesmo que a distância, com Sam.

Lou trabalhará como assistente da esposa de um ricaço e, mesmo como empregada, viverá em um ambiente bem diferente do que está acostumada, ela se joga no trabalho e se insere na alta sociedade. Ela vivencia muitas coisas, vê o lado bom e ruim de estar inserido naquele meio e conhece algumas pessoas, entre elas Josh, um cara que era o lembrete físico do seu passado.

Durante esse período, Lou aprenderá muitas coisas: a importância da família, do amor próprio, da lealdade, da esperança, como manter um relacionamento a distância e a importância da assertividade. Lou irá aprender como manter em equilíbrio ou não seus dois mundos, vai guardar segredos que não são seus e experienciar as consequências disso.

A vida dela dará alguns giros, decepções e frustrações serão presentes, ela se verá dividida em tantos momentos, mas a parte mais difícil e ao final mais gratificantes de toda essa leitura é perceber a forma como o reencontro "Lou com Lou" acontece.

Jojo Moyes nos traz uma história tão real, tão cheia de lições e alguns belos socos no estômago. A forma como ela percebe a importância do amor próprio, de ser verdadeiro consigo mesmo e de viver uma vida autêntica e quase sempre feliz é fundamental para todos nós me deixou super reflexiva e muito feliz.

Sou uma fã incondicional desta série e sou muito feliz por tê-la conhecido.


Sequência dos romances Como Eu Era Antes de Você e Depois de Você, que arrebataram o coração de milhares de fãs, Ainda Sou Eu conta, pela perspectiva delicada e bem-humorada de Lou Clark, uma história comovente sobre escolhas, lealdade e esperança.
Lou Clark chega em Nova York pronta para recomeçar a vida, confiante de que pode abraçar novas aventuras e manter seu relacionamento a distância. Ela é jogada no mundo dos super-ricos Gopnik - Leonard e a esposa bem mais nova, e um sem-fim de empregados e puxa-sacos. Lou está determinada a extrair o máximo dessa experiência, por isso se lança no trabalho e, antes que perceba, está inserida na alta sociedade nova-iorquina, onde conhece Joshua Ryan, um homem que traz consigo um sopro do passado de Lou.
Enquanto tenta manter os dois lados de seu mundo unidos, ela tem que guardar segredos que não são seus e que podem mudar totalmente sua vida. E, quando a situação atinge um ponto crítico, ela precisa se perguntar: Quem é Louisa Clark? E como é possível reconciliar um coração dividido?

Lido em: Março de 2020
Título: Ainda sou seu #3
Autora: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Gênero: Drama/Ficção/Romance
Ano: 2018
Páginas: 400
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Oi, Leitores!!!

Ganhei esse livro de minha mãe no ano passado e quando ela me entregou o livro me disse "li só a biografia da autora, achei tão interessante que acho impossível ela não ter escrito algo incrível" e vou já dizer a vocês que mainha está certíssima, eu leio até a lista de supermercado dessa mulher a partir de agora.

Quando Neyla me propôs lermos esse livro da #LCBaianas de março, super topei e foi uma experiência incrível.
Kya viveu uma vida de abandonos, um atrás do outro, viu sua mãe, irmãos e pai a deixarem para traz, com isso ela fez do brejo a sua vida e por isso era conhecida como "Menina do Brejo" por todos de Barkley Cove. A primeira vez que foi abandonada, ela tinha apenas 6 anos e aqui já surgiu a minha compaixão e empatia.

Ela fez destes abandonos a sua força, cuidou de si mesma sozinha, conquistando o pão de cada dia e se apaixonando cada vez mais por tudo que o brejo lhe oferecia. Aprendeu sobre como tudo funcionava ali, sobre os animais e tinha um amor em particular pelas gaivotas.

Kya encontrou algumas pessoas que a ajudaram, mas muito mais pessoas que a trataram como uma escória e aqui ela aprendeu como a sociedade funciona, doeu muito, mas chegou um momento que ela deixou de se importar ou ao menos tentou não se importar, o seu amor pelo barracão que morava e tudo o que o cercava era muito maior.

Das pessoas que se aproximaram, dois rapazes mexeram com seu coração e aqui ela aprendeu o que é amor, traição e outro tipo de abandono. Todas as alegrias e dores vividas foram moldando quem Kya é e isto foi colocado em jogo quando um destes rapazes apareceu morto de forma misteriosa e todas as acusações voltaram para a Menina do Brejo, aquela que nem deveria existir, muito menos coabitar o mesmo lugar que eles.

A escrita do livro é maravilhosa, a autora foi alternando a história entre passado e presente, mas isso não causa nenhum tipo de confusão, os períodos são bem identificados e essa alternância é primordial para entendermos (ou não) tudo o que está acontecendo.

Esse livro me tocou de uma forma tão profunda e me fez refletir muito sobre o quanto ainda nos rendemos aos pré-conceitos, concebendo quem é alguém apenas pela sua aparência, o que veste ou onde mora. Simplesmente silenciamos diversas pessoas sem ao menos darmos a ela a oportunidade de se mostrar e esse livro mostra isso claramente. 

A história tem diversas reviravoltas, me causou dor, lágrimas e muitas reflexões. Nada me preparou para o desenrolar dos fatos e muito menos para seu final. Hoje, depois de ter lido e assimilado a história, percebo que a escritora nos deu algumas dicas durante a leitura, mas acredito que as emoções não me permitiram perceber nenhuma delas.

Esse é o tipo de livro necessário, que todos deveriam ler e só agora entendo o porquê de tanto sucesso, é impossível passar imune por este livro. Desejo profundamente que a Intrínseca traga mais livros dela para o Brasil.

Esse é o tipo de livro que você DEVE ler! Acredite em mim! 


Por anos, boatos sobre Kya Clark, a “Menina do Brejo”, assombraram Barkley Cove, uma calma cidade costeira da Carolina do Norte. Ela, no entanto, não é o que todos dizem. Sensata e inteligente, Kya sobreviveu por anos sozinha no pântano que chama de lar, tendo as gaivotas como amigas e a areia como professora. Abandonada pela mãe, que não conseguiu suportar o marido abusivo e alcoólatra, e depois pelos irmãos, a menina viveu algum tempo na companhia negligente e por vezes brutal do pai, que acabou também por deixá-la.
Anos depois, quando dois jovens da cidade ficam intrigados com sua beleza selvagem, Kya se permite experimentar uma nova vida — até que o impensável acontece e um deles é encontrado morto.
Ao mesmo tempo uma ode à natureza, um emocionante romance de formação e uma surpreendente história de mistério, Um Lugar Bem Longe Daqui relembra que somos moldados pela criança que fomos um dia e que estamos todos sujeitos à beleza e à violência dos segredos que a natureza guarda.
A obra foi incluída no clube de livros de Reese Witherspoon, que posteriormente adquiriu os direitos de adaptação cinematográfica e vai produzir o filme com a Fox 2000.

Lido em: Março de 2020
Título: Um lugar bem longe daqui
Autora: Delia Owens
Editora: Intrínseca
Gênero: Drama/Ficção
Ano: 2019
Páginas: 336
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Oi, Leitores!!!

Li o primeiro livro da trilogia no ano passado e acabei não dando continuidade a leitura, mas nada como o lançamento do filme para me estimular a finalizar ela não é mesmo?

Então decidi ler o livro e assistir ao filme na sequência. Vem conferir tudo o que achei da história.

Ah, se você não leu o primeiro livro, essa resenha conterá spoiler.
Nesse livro, temos a sequência da história de Lara Jean. Antes a sua vida amorosa era movimentada, mas apenas em sua cabeça. Agora ela irá aprender como é um namoro real, lidando com suas inseguranças, expectativas e sentimentos. Em alguns momentos, eu até a achava muito dramática, mas ao analisar bem, acho que ela tinha situações que faziam com que ela se sentisse assim.

Ela já havia esquecido do episódio de todas as suas cartas de amor terem sido enviadas sem ela querer, mas acontece que uma delas, que não havia retornado, acabou sendo respondida. Mesmo namorando com o Peter e super apaixonada por ele, ela não resistiu e trocou algumas cartas com John, eles sempre foram amigos e dividiram muitos momentos. Mas essa troca de mensagens, só trouxe um pouco mais de confusão para a cabeça dela, que já estava confusa o suficiente. Ela passou a questionar seus sentimentos por Peter e John, muita coisa acontece e chega o momento derradeiro de "o que você faz agora, Lara Jean?"

O livro é super envolvente e a escrita da autora é deliciosa de ler, isso faz com que seja uma leitura leve e super fluída. As coisas acontecem no momento certo e acompanhar os passos da Lara Jean chega a ser emocionante em muitas situações. Em alguns momentos, ela é super madura, em outros parece uma garotinha indefesa, mas algo que ela tem sempre é uma intensidade em viver seus sentimentos.

Para mim, a grande lição deste livro é que por muitas vezes achamos que as coisas dão errado ou mudam de rumo pelas escolhas e atitudes dos outros e por vezes, falta-nos a percepção de analisar se fizemos algo para que tudo acontecesse assim. Apontar os outros é sempre mais fácil, mas admitir as nossas responsabilidades requer uma certa coragem que quase nunca temos.

Agora estou aqui, super ansiosa para finalizar esta trilogia, fiquem de olho por aqui para verem o que acharei de tudo.

Quanto ao filme, acho que a adaptação é muito bacana! Muda fatos? Sim. Omite alguns outros? Também. Mas acredito que a produção passa a mensagem da história e respeita a essência da Lara Jean, só queria que mostrasse mais dos seus questionamentos e inseguranças, acho que assim poderia ser um filme mais rico. Mas ele é perfeito para quando queremos assistir algo leve e divertido!

Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.
Em "Para todos os garotos que já amei", Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em "P.S.: Ainda amo você", Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.
Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.

Lido em: Fevereiro de 2020
Título: P.S.: Ainda amo você
Autora: Jenny Han
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Infantojuvenil
Ano: 2016
Páginas: 304
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Oi, Leitores!!!

No desafio de março do #DLBaianas, precisava escolher um livro que tinha sido adaptado para as telonas e eu aproveitei para ler Para todos os garotos que já amei. Sei que estou atrasada, que esse livro é das antigas, mas o que importa é que eu li e estou apaixonada pela história.
Quem nunca foi um pouco de Lara Jean nessa vida que atire a primeira pedra! 

Ela tem um certo ritual, escrever cartas para todos os garotos que amou e todas elas possuem um certo quê de despedida, ela escreve quando entende que não dá mais para seguir com esse sentimento, mas o interessante é que nenhum deles sabe o que ela sentia, pois nunca se declarou e nunca enviou as cartas também. E é justamente por não ter pretensão alguma de enviá-las que as cartas são regadas a verdade e sinceridade.
Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam.
O que ela não contava era que estas cartas fossem enviadas aos seus destinatários, que são 5 garotos. Alguns que ela não vê a tempos, mas outros ainda estão em seu convívio e isso a enlouquece, principalmente por um dos garotos.

Ela só percebe que as cartas sumiram, quando um dos garotos fala com ela sobre o conteúdo da carta e a partir daqui a vida de Lara Jen vai virar uma montanha russa. Ela fará escolhas que mudará muitas coisas em sua vida e irá mexer profundamente com seus sentimentos.

Acho que tudo isso fará também com que ela se conheça melhor e de cara percebi o quanto ela se cobra e isso é tão cansativo, chega um determinado momento que a gente não suporta e óbvio que as coisas deram errado e ela sentiu seu mundo desmoronando.
O amor é assustador; ele se transforma; ele murcha. Faz parte do risco. Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa…
Poderia listar milhares de motivos que me fizeram amar esse livro e me fazer ficar ansiosa para dar continuidade na leitura da trilogia. Então, vou falar sobre alguns destes motivos.

A escrita da Jenny é maravilhosa, ela conseguiu nos trazer uma história incrível de forma leve e divertida, construiu personagens apaixonantes e fundamentais para cada uma das situações, trouxe o drama na medida certa, sem exageros e muitas firulas. A leitura é prazerosa, faz com que a gente se identifique com os personagens, nos traz uma certa dúvida sobre o caminho que ela deve escolher, nos faz sentir muitas emoções de forma doce e marcante.

Esse é daqueles livros que entra para os queridinhos e que a gente tem vontade de indicar para todo mundo, agora entendo porque as amigas me falaram tanto para conhecer a história e com certeza, mais do que mereceu ganhar um filme, que até hoje não assisti, pois queria ler o livro primeiro. Em breve, devo falar sobre ele aqui com vocês.


Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.
Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Lido em: Abril de 2019
Título: Para todos os garotos que já amei
Autora: Jenny Han
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance
Ano: 2015
Páginas: 320
Adicione no Skoob | Compre: Amazon

Oi, Leitores!!!

Vi a tag Livros em Fatias no blog Chuva no Jardim e achei ela tão gostosa que decidi responder e mostrar a vocês tudo o que eu achei dessa delícia. Espero que se deliciem com as respostas.
Primeiro pedaço: O mais gostoso de todos eles, aquele que você come primeiro com os olhos. Um livro que você comprou pela capa.



Com certeza muitas pessoas podem não achar a capa bonita, mas não foi exatamente a beleza que me chamou a atenção, acho que as cores foi que me fizeram deter a atenção, ler a sinopse e achar que esse seria um livro que iria me divertir, e foi. Confira a resenha aqui!













Segundo pedaço: Você só está começando e o segundo pedaço sempre deixa um gostinho de quero mais. Um livro que você leu e não vê a hora de lançarem a continuação.




Eu sou apaixonada demais pela autora Sarah MacLean e essa série é daquelas que nos prometem muitas emoções... Já saiu o segundo livro e estou louca pelo terceiro.

Estou esperançosa que a continuação chegue ainda esse ano aqui no Brasil, eu simplesmente não vejo a hora.

Enquanto a gente espera, você pode ler a resenha Cilada para um marquês e Amor para um escocês.




Terceiro pedaço: Aquele que te faz querer outros sabores. Um livro que de tão bom, te fez querer ler todos os outros do mesmo autor.

Procura-se um marido da Carina Rissi fez com que eu nunca mais quisesse largar esta autora.

Tenho todos os seus livros, a admiro demais e não resisto às suas histórias.

Aqui vocês pode ver tudo que já publicamos sobre ela aqui no blog.










Quarto pedaço: Quando você pensa que não vai mais conseguir comer, ele apenas abre mais o apetite. Um livro que você não gostou no começo mas depois a leitura ficou irresistível.


Quando comecei a ler o livro, achei de verdade que ia achar ele massante, eu achava que as coisas estavam demorando a acontecer e confesso que por um momento pensei em desistir da leitura, mas aí me disseram "continua", assim o fiz e amei o livro e com certeza irei ler a sequência dele.

Confere aqui tudo o que eu achei dessa leitura.










Quinto pedaço: Não tem o mesmo sabor que os outros pedaços, mas ainda assim você come. Um livro sequência, mas que não foi tão bom quanto os outros.



Eu li Depois de você, mas confesso a vocês, acho que nenhuma das sequências irá mexer comigo como foi a leitura de Como eu era antes de você.

Algumas pessoas consideram desnecessárias as sequências, eu acho que elas trazem propostas e perspectivas diferentes e não considerei o livro ruim, mas é que o primeiro mexe e muito com nossos corações.

A Thais escreveu uma resenha sobre ele, confere aqui.





Sexto pedaço: Você já não está mais sentindo o gosto dele. Um livro com a leitura arrastada, por mais que você se esforce para digerir.



Esse foi um livro de leitura lenta, acho que por ser cheio de detalhes... Mas no final foi um livro que me agradou, uma história de vida que poderia ter acontecido com qualquer um de nós e aí acho que essa foi a diferença para eu ter me mantido na leitura.

Confere a resenha aqui.










Sétimo pedaço: Aquele que te deixa empanturrado. Um livro que você leu, mas a leitura não flui, como se ficasse entalado na garganta.


A leitura foi difícil, apesar da boa ideia da autora, acho que o desenvolvimento da história e algumas informações ficaram meio truncadas sabe?

Aqaui você pode conferir a resenha sobre ele.











Oitavo pedaço: Você não aguenta nem olhar para ele. Um livro que você detestou e por esse motivo ele encontra-se abandonado na sua estante, aguardando uma nova chance.






Aqui está um livro que já tentei retomar a leitura, mas gente, eu acho a Kiera um pé no saco e ela me irrita tanto hahahahah Mas ainda não desisti da série, minhas amigas falam que vale muito a pena, então vou dar mais uma chance com certeza.









E aí, curtiram as minhas respostas? Vocês concordam ou discordam?



Oi, Leitores!!!

Esses dias, passeando pelos blogs amigos, vi essa Tag lá na Cabine de Leitura e achei tão sensacional que não tinha como não falar dela aqui.

Inspirada na música de Sandy & Júnior, lançada em 1999. Que só pra constar, sou completamente apaixonada.











A noite cai, o frio desce: um livro que se passa em uma época fria.

Esse com certeza é um dos livros que mais mexeu comigo nessa vida e a única coisa que posso dizer a vocês é, leiam!








Mas aqui dentro predomina esse amor que me aquece protege da solidão: um livro que trás quentinho no coração.

Um livro que fala do amor de amigos, essas pessoas que escolhemos estar na nossa vida e que são capazes de fazer muito e um pouco mais por nós!










A noite cai, a chuva traz o medo e a aflição: um livro com uma atmosfera sombria.

Gente, não consigo pensar em outro livro a não ser Caixa de Pássaros, minha mente viajou e por muitas vezes quis ficar de olhos fechados.












Mas é o amor que está aqui dentro que acalma meu coração: um livro que você gostaria de poder viver dentro e interagir com os personagens.

Ah, não tem como não querer ser amigo desse povo de Rosemary Beach, nem precisei respirar para escolhê-los. E aqui a capa do meu casal, Harlow e Grant!

















No outono é sempre igual: um livro, autor ou gênero que você sempre gosta de ler nessa época do ano.

Eu amo ler crônicas e para mim, não existe opção melhor do que reler, inclusive, Um sorriso ou dois.













As folhas caem no quintal: um livro que trata sobre algum assunto delicado.


Um dos melhores livros que li na minha vida, Passarinha traz tantos temas atuais, deliciados e importantes de ser debatidos e esclarecidos, que não tem como não o escolher para essa categoria.












Só não cai o meu amor: um livro com uma história de amor.


O nome do livro já nos diz muito né? Além de uma história de amor, vamos poder acompanhá-la por toda uma vida. Um dos meus queridinhos do coração.











Pois não tem jeito, não, é imortal: um livro que você acha que deveria virar um clássico para que todas as futuras gerações pudessem ler.

Extraordinário é daqueles livros que vai ultrapassar a barreira dos anos, mais um dos meus preferidos da vida... Um livro que volta e meia me pego folheando, lendo passagens... Aquele que se tivesse um filho, com toda a certeza leria para ele.









Você conhece algum desses livros? Curtiu as minhas escolhas? Quais seriam as suas escolhas??

Oi, Leitores!!!

Dia 05 de abril, irá estrear no Brasil o filme Com Amor, Simon que é uma adaptação do livro Simon vs. A Agenda Homo Sapiens de Becky Albertalli. O livro foi lançado em 2016 pela Intrínseca e este ano relançado com um nova capa (inspirada no filme).


Eu ainda não li o livro, mas fui assistir ao filme tendo uma noção do que consistia a história, pois já tinha conferido o trailer e lido algumas resenhas do livro.

Nele vamos conhecer Simon Spier, uma rapaz de 17 anos que está no seu último ano da escola e tem três grandes amigos inseparáveis. Simon tem um segredo e apesar de confiar e amar sua família e amigos, nunca teve coragem de revelar.

Até que um outro colega, faz uma postagem anônima na internet, e ele descobre que não é o único homossexual da escola sem coragem de se revelar... Simon é tão tocado por isso, que cria um e-mail e começa a conversar com Blue sobre seus sentimentos, medos e inseguranças. Isso ligará eles dois profundamente.

Infelizmente, Simon é descoberto por um colega e sofre umas ameaças e para manter o seu segredo bem guardado, ele fará algumas escolhas erradas e acabará magoando pessoas importantes. E o pior, depois de um tempo, seu segredo é revelado de qualquer forma, tirando dele a opção de contar as pessoas da sua forma e quando estivesse realmente preparado.

Se eu pudesse resumir o filme em poucas palavras seria: encantador, cativante e envolvente.

O filme foi muito assertivo ao tratar de forma simples, sensível e leve um tema que ainda mexe com muitas pessoas e nos ensinará muito sobre aceitação, descobertas, amizade, lealdade e amor...

Me vi completamente envolvida pelo drama vivido por Simon, senti seus sentimentos de forma verdadeira, mesmo trazendo uma história que pode ser considera clichê (por não trazer novos elementos ao drama), mas que no final me deixou feliz (e muito emocionada também) por tê-la conhecido. (e com vontade de realizar a leitura do livro)

Um outro ponto importante do filme é o humor, nos fazendo rir sobre as situações, mas que não deixam de trazer aquele momento de reflexão sobre o que está acontecendo.

Com um elenco incrível, ótima fotografia e trilha sonora, Com amor, Simon é aquele tipo de filme que a gente tem que assistir logo no lançamento ou na primeira oportunidade que tivermos... Para que você fique com um gostinho sobre o filme, segue um dos trailers divulgados.


Data de lançamento: 5 de abril de 2018 (1h 49min)
Direção: Greg Berlanti
Gêneros: Drama, Comédia

Capa original




Oi, Leitores!!!

Acabei me viciando em fazer TOP 5 e aproveitando que estes dias apresentei um Clube do Livro sobre Livros para Refletir e decidi trazer para vocês as minhas escolhas. 

Poderia trazer milhares de sugestões, para mim todos os livros nos trazem algo para pensar e refletir, uns mais que outros, uns com esse objetivo e outros não... O importante é termos a oportunidade de aprender coisas novas!








1. A Lista de Brett - Lori Nelson Spielman

Este é um livro de reencontro consigo mesma, um livro que fala de sonhos e aonde eles podem nos levar. Acho que me identifiquei em muitas coisas com a Brett e vê-la aos 30 e poucos anos tentando realizar seus sonhos de adolescente, mexeu e muito comigo.



2. Amor Amargo - Jennifer Brown

Neste livro, temos a oportunidade de lidar com uma história de relacionamento abusivo e vamos conhecer Alex e todas as fases que ela vivenciará na sua relação com Cole. Um livro que me causou um turbilhão de sentimentos e a percepção de quão longe de nós mesmas um relacionamento abusivo pode levar. Um livro para todas as meninas-mulheres, um lembrete do quanto não podemos nos submeter a relações assim. Confira aqui a resenha do livro.






3. Surpreendente - Maurício Gomyde

Com Pedro teremos a oportunidade de conhecer uma história de amizade e o quanto ter bons e melhores amigos podem nos transformar e até mesmo salvar. Uma história sobre a busca de um sonhos, sobre chances oferecidas, sejam elas primeiras, segundas ou terceiras. Um história de superação, sonhos, aprendizado, medo, inseguranças, companheirismo e muito amor! Confira aqui a resenha do livro.







4. Garota em Pedaços - Kathleen Glasgow

Com a história de Charlotte, podemos acompanhar a vida de alguém que sofre de TCI - Transtornos do Controle de Impulsos, ela faz automutilação e pude vivenciar seus sentimentos, o que a fez viver essa experiência, mas também a imensa vontade de sobreviver a isso e passar a viver de verdade. Um livro muito intenso, que mexeu com muitos dos meus sentimentos. Confira aqui a resenha do livro.









5. Outros Jeitos de Usar a Boca - Rupi Kaur

Um livro de poemas, dividido em quatro partes (a dor, o amor, a ruptura e a cura) que falam de sobrevivência, abuso, amor, perda e feminilidade. Um livro que mexeu tanto comigo que não consegui escrever uma resenha, uma experiência única, onde com toda certeza, qualquer mulher irá se identificar com ao menos um destes poemas. 






E você? Qual livro te fez refletir?




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