Oi, Leitores!!!
Há poucos dias conversei com vocês sobre Sonata em Punk Rock e hoje é dia de falarmos do segundo livro da série Cidade da Música.
Neste livro, a personagem principal é Camila, uma neta de japoneses que foi criada de forma rÃgida para que seja a melhor em tudo que se propor a fazer. Então por isso, desde sempre ela se esforçou sempre mais e aprendeu que apesar de jovem não existe tempo a perder, ela é talentosa e deve aproveitar todas as oportunidades, sendo sempre a melhor, é claro.
Mesmo vivendo na Academia Margareth Vilela e tendo festinhas vez ou outra nos dormitórios, Camila só pensa no balé, sua rotina é ocupada pelas aulas e treinos na academia. Tudo em prol do seu crescimento e desenvolvimento enquanto bailarina. Seus dias são bem programados, nada sai do que ela pré estabeleceu, ainda mais agora que ela está concorrendo pelo solo na adaptação de O Lado dos Cisnes, ela quer muito representar Odette e Odile.
Só Camila não percebe o quanto ela cuida tão mal de si, se alimentando pouco, dormindo menos ainda e se cobrando demais, tudo isso e mais um pouco fará com que ela comece a ter vários quadros de ansiedade, fazendo com que ela entre em conflito e lá no fundo sente que tudo pode mudar.
E essa ideia de mudança será intensificada depois que ela conhecer Vitor, um ruivo bem desengonçado que toca violino e que ama a música clássica na mesma proporção que é encantado pelo hip hop.
E é essa dose de hip hop que trará uma nova visão sobre a vida e as coisas para a Camila.
Diferente do primeiro livro, desta vez fiquei encantada com os dois personagens, Camila e Vitor são daquelas pessoas de aura boa, que iluminam onde chegam e são realmente do bem. Pontos positivos do livro foi termos tido mais cenas na parte externa a Academia, a autora tratar do preconceito com minorias e de certa forma falar da importância do acompanhamento psicológico; e o ponto negativo, para mim, foi que desta vez não achei a leitura fluida, a sensação que eu tive foi que a história demorou de acontecer. Mas nem por isso digo que o livro não vale a pena ser lido, vale sim! Principalmente se você for fã da Babi Dewet.






